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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Nomofobia, o vício atual



Estamos em pleno século XXI e a tecnologia está em seu ápice até o momento, porém apesar dos inúmeros benefícios que pode trazer essa evolução, existem diversos males que nascem, dia após dia na sociedade moderna e um dos mais novos males  é a nomofobia. A partir da criação dos “smartphones”, cada vez mais pessoas dependem, quase que integralmente, aos seus aparelhos.
Desde 2008 há um estudo sendo realizado na Inglaterra que busca compreender o vício no uso do celular que atinge quase toda a população, principalmente os jovens e que tem o potencial de tornar-se um distúrbio da sociedade moderna.
Será que viver sem celular é possível? É, mas a vida é mais confortável com o aparelho, menos preocupante, por assim dizer. Muitas pessoas se sentem incomodadas ao estar sem o celular, porque não têm como se manter em contato com o mundo e isso, principalmente na relação entre jovens e seus pais, pode gerar graves preocupações e consequências. Os celulares atuais ou “smatphones” fazem jus  ao nome, reúnem em um dispositivo móvel diversas funções para as quais antes eram necessários diversos tipos de aparelhos e muita criatividade.
Ok... Mas até que ponto essa facilidade criada pelo celular não é uma obcessão? Difícil saber, porém há muitos especialistas buscando onde ficaria situada essa tênue linha que muitas vezes ultrapassamos sem querer. Talvez essa angústia que muitos sentimos, seja por perder ou simplesmente estar sem o celular, provenha de outro vício que se apoderou deste novo recurso: A internet.
                As redes sociais têm tomado cada vez mais o tempo das pessoas, que ao viver em uma sociedade cada vez mais individualista, buscam admiração e aprovação através desses meios e o aclopamento da internet ao celular, que dá mais força à esse tipo de comportamento, é um vício “antigo” (internet) que se uniu a uma nova tecnologia móvel.
                A “no móbile fobia”, de onde provém o nome do “medo”, poderá ser algo com que preocupar-nos, sendo um possível grave distúrbio que atingirá gigantescas proporções, a “doença” do mundo globalizado.
Ana Letícia de Azevedo Cajazeira