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domingo, 19 de junho de 2011

Sunday


An irony

         When you are sad, nothing tis working and you catch a candle, put it on a desk, look for some paper and catch a pen, think for a moment and write... Those days when the sky is dark, everything looks grey and the rain falls, like it was depressing tears, you close your eyes for a while before your peace beabruptly interrupted.

         Those days when you want to be all alone, just want seat and think, make theories, be yourself while you feel that cold whitch one pass by your back and a tear roll by your face, you feel a hole in your cheast and all your love is destroyed, so you stop for a second and let the life pass slowly by your eyes.

     






Por: Ana Letícia de Azevedo Cajazeira

Um comentário:

  1. Nossa Lê, já me senti assim. Me sinto ainda, vez ou outra. E realmente, o meu consolo é o lápis, o papel. Ou, o teclado. Sinto muitas vezes como se o mundo fosse desabar, o meu coração aos pedaços e uma dor, um vazio, como se houvesse um buraco em mim, por onde passa tudo, menos a dor, que está convencida em ficar. Mas aí, eu levanto a cabeça, abro os olhos e vejo que há papel, que há palavras para serem escritas ou ditas, vejo que há amor, eu só não via porque fechei os olhos para todos os outros amores ao perder um, vejo que há possibilidades, que há sonhos para serem realizados e metas para serem conquistadas, vejo pessoas como você, raríssimas, mas que existem, que estão comigo, que torcem por mim, então, me ergo, mais uma vez. Mas olha só, não solta a minha mão tá? Porque se eu fechar os olhos de novo, para chorar, não poderei te ver, e se não sentir mais a sua mão, vou pensar que se foi; para se reerguer será mais difícil.
    Lindo texto, irmã.

    Beijos,
    Débbie.

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